Celebrar uma biblioteca é mais do inventariar o passado; devia ser uma oportunidade para inventar o futuro. Por isso devíamos também interrogar-nos sobre como serão os próximos anos das bibliotecas portuguesas, depauperadas, limitadas na aquisição de livros e, apesar de bem dirigidas, "passadas para trás" (enquanto bibliotecas) na lista de prioridades de muitas autarquias. Não só por isso – pelas dificuldades atuais – mas também porque o universo digital coloca problemas sérios quer ao seu modelo de funcionamento, quer ao regime de gratuitidade, quer ao seu acervo, em perigo. Os 500 anos da biblioteca de Coimbra enchem-nos de orgulho, sim; uma biblioteca é um lugar de homenagem ao tempo. Sobretudo ao que está para vir.
A ex-mulher de Johnny Hallyday, Adeline, comprou duas cópias da sua autobiografia: uma delas para o advogado. Johnny acusa-a de atirar cadeiras pela janela e de o trair com todos os ‘mecs’ de Saint Tropez. E então?
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Por Carlos Rodrigues
Enquanto o COI impedia homens biológicos de baterem em mulheres, por cá a gente entreteve-se com uma pseudo-traição na ‘Secret Story’ e a bolha mediática acha mal José Luís Carneiro pressionar pela libertação de presos políticos.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
É caso para temer que seja mais do mesmo.
Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
Somos dos países mais seguros. Porquê? Porque somos dos mais subdesenvolvidos.