Andariam mais avisados se lessem regularmente esta coluna, e passo a explicar: em janeiro passado alertei as autoridades para esse crime que afetará a nossa identidade nacional, e não estou a brincar: a adição de polifosfatos ao bacalhau logo a seguir à captura significa que a UE não reconhece o valor da nossa salga e da nossa gastronomia. E que fez Portugal? Em vez de esbracejar, zurzir na canalha e vetar a medida entretanto aprovada em Bruxelas – deixámos passar o atentado. Brincar com o bacalhau nas nossas costas é pior do que roubar-nos o D. Afonso Henriques com a conivência dos espanhóis. É uma ofensa e tanto. Vamos defender o bacalhau. É uma questão de identidade nacional.
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Por Carlos Rodrigues
Enquanto o COI impedia homens biológicos de baterem em mulheres, por cá a gente entreteve-se com uma pseudo-traição na ‘Secret Story’ e a bolha mediática acha mal José Luís Carneiro pressionar pela libertação de presos políticos.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
É caso para temer que seja mais do mesmo.
Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
Somos dos países mais seguros. Porquê? Porque somos dos mais subdesenvolvidos.