Só vi a autora, Nadine Gordimer (1923-2014), uns anos depois, na Alemanha, já depois do Nobel (1991) e da libertação de Nelson Mandela, para a qual tanto contribuiu (não foi por acaso que Mandela foi visitá-la em fevereiro de 1990, mal saiu da prisão): era uma mulher pequenina, magra e tímida – mas foram livros como esse, ‘A Gente de July’, como ‘Um Capricho da Natureza’, ‘Um Mundo de Estranhos’ ou ‘O Conservador’ que ajudaram a mudar a África do Sul e a torná-la mais moderna e justa, antes e depois do fim do apartheid.
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Por Carlos Rodrigues
Enquanto o COI impedia homens biológicos de baterem em mulheres, por cá a gente entreteve-se com uma pseudo-traição na ‘Secret Story’ e a bolha mediática acha mal José Luís Carneiro pressionar pela libertação de presos políticos.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
É caso para temer que seja mais do mesmo.
Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
Somos dos países mais seguros. Porquê? Porque somos dos mais subdesenvolvidos.
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