Todos recordamos a expressão ‘carpe diem’, retirada às ‘Odes’ de Horácio, e que se torna num dos elementos fulcrais do filme, bem como a forma de ler e interpretar a poesia. Ao revê-lo, durante o fim de semana, repeti a sensação de estranha melancolia de quando o vi em 1989; no fundo, a "experiência poética" dos alunos de Keating (que acaba por ser despedido) leva-os ao suicídio ou, em alternativa, ao conformismo, para abraçarem uma carreira promissora nos negócios ou na advocacia. Claro que é um estereótipo. Ao folhear um manual escolar, verifico que o filme é recomendado como forma de incentivar a leitura de poesia. Quem quer ser Keating?
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Por Carlos Rodrigues
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
Enquanto o COI impedia homens biológicos de baterem em mulheres, por cá a gente entreteve-se com uma pseudo-traição na ‘Secret Story’ e a bolha mediática acha mal José Luís Carneiro pressionar pela libertação de presos políticos.
Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
Os filhos levam tempo até perceber que os pais também são humanos.
Somos dos países mais seguros. Porquê? Porque somos dos mais subdesenvolvidos.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos