Já naqueles tempos, o gigante da distribuição e venda pela internet fazia o seu lucro com produtos que iam de sapatos a computadores, roupa e mobiliário. Um conjunto irrisório de céticos e resistentes ia avisando que a gigantesca loja ia "desvalorizar o livro". A ideia da Amazon é tão inteligente como pérfida e perigosa, na pequena área de livros: vendê-los, sim – mas também editá-los, em papel ou formato digital (para o seu leitor exclusivo, o Kindle), além de agenciar autores e pagar-lhes como a produtores de leite do Mondego confinados ao seu pasto. Foi reconhecido aos céticos e resistentes que, afinal, tinham razão: podia ser uma armadilha. Agora é já o poderoso grupo Hachette acaba de entrar na guerra: "A Amazon precisa de valorizar adequadamente os autores e os editores." Estava escrito.
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Por Carlos Rodrigues
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Não parecendo uma pessoa extrovertida, o Papa Leão XIV transmite algo de ternurento e carinhoso.
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