César Nogueira
Presidente da Associação dos Profissionais da GNR (APG/GNR)Terminou o concurso para ingresso no curso de formação de Guardas. São cerca de 400 novos profissionais que a GNR vai acolher. Mais um ano em que o saldo de profissionais é negativo, em que o efetivo é reduzido por esta via, por os ingressos serem em número inferior ao das saídas. De pouco vale apresentar a GNR como exceção aos ingressos na Função Pública. A falta de efetivo assume contornos de maior gravidade no verão, em que há um grande número de eventos a exigir policiamento e um aumento significativo do empenho de meios operacionais, bem como se trata de um período em que alguns profissionais gozam licença de férias. É neste contexto em que as cargas horárias impostas assumem limites inaceitáveis, sem que os sucessivos alertas para as consequências da falta de efetivo pareçam fazer eco em quem decide sobre esta matéria. De pouco vale que, aqui e ali, anuncie o Sr. Ministro a racionalização de meios com vista à sua libertação para a componente operacional da Guarda. A realidade é outra e o bem-estar dos profissionais da GNR parece pesar muito pouco para quem quer ter mão de obra a baixo custo.
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