Verdade que, para sermos justos, a triste condição de Alegre é responsabilidade exclusiva da dieta a que o próprio se impôs. O dilema era conhecido: como ser apoiado pelo Bloco e pelo PS sem se comprometer com nenhuma das partes? Alegre acreditou que era possível compensar tamanha falta de alimento com ataques sucessivos ao cozinheiro Aníbal. Infelizmente, não lhe ocorreu a hipótese funesta deo cozinheiro pousar os tachos. E de Alegre ficar, sozinho e famélico, a olhar para um prato vazio. E agora?
Agora, Alegre confessa que está ‘farto de se ouvir’, um sintoma clássico de subnutrição que merece ser socorrido. Estamos no Natal. E o Presidente da República, a título caritativo, devia conceder ao bardo uma palavra, um aceno, um leve sorriso. Não enche a barriga, é certo. Mas também, nesta história das presidenciais, só mesmo Cavaco é que tem a papinha feita.
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Por Carlos Rodrigues
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