Enquanto primeiro-ministro e líder do PS, não se poupou a esforços para aprovar a causa fraturante, o que veio a acontecer em janeiro de 2010. Portugal tornava-se então o oitavo país do mundo a legalizar o regime.
Por tudo isto, não deixa de ser curiosa a fixação demonstrada por Sócrates na campanha de que terá sido alvo antes de ser eleito, há oito anos, na qual, segundo quem o entrevistou, "acusaram-no de ser homossexual". O verbo "acusar" é, no mínimo, homofóbico, mas corresponde ao pensamento do entrevistado.
É Sócrates quem trata o assunto como uma "campanha de difamação", como se chamar homossexual a alguém fosse um insulto, contando até detalhes da vida íntima para explicar "o boato".
Fica registado. Há razões fundadas para duvidar da origem da fortuna da sua mãe, dos luxos em Paris, do envolvimento no ‘caso Freeport’ ou da sua licenciatura, mas uma coisa é certa: José Sócrates não é gay.
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Por Carlos Rodrigues
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