Embalados pelo provérbio que nos indica que a necessidade aguça o engenho, milhares de portugueses acorreram às urnas para votar antecipadamente.
A medida, impulsionada pelas restrições ditadas pela Covid-19, em conjunto com a mobilidade, garante um vasto leque de opções que enriquecem a democracia. Com a tecnologia de que dispomos nestes já avançados anos do séc. XXI, não fará assim tanto sentido estarmos presos à mesma escola secundária do local de residência para participar no processo democrático.
Numa época de partilha de informação e total mobilidade digital, existem condições para que consigamos participar ativamente e em consciência em qualquer lugar.
Esse passo, embora dependente de um investimento nas infraestruturas que sabemos não ter sido feito até aqui, é fundamental para combater a inércia de quem integra a vergonhosa abstenção e se agarra a qualquer desculpa para não participar ativamente.
O exemplo de ontem deve manter-se, abrindo portas e criando estratégias para que no futuro continuemos a simplificar processos.
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