A despersonalização do futebol do Benfica não é culpa de táticas ou dinâmicas defensivas. É o reflexo da forma branda como as águias geriram um problema estrutural.
Quando Jesus foi posto em causa pelos jogadores, as águias permitiram que o líder caísse sozinho, sem consequências para os instigadores dessa rebelião interna. Uma autêntica implosão dos valores do clube, danosa para a estabilidade do balneário.
Com a suavização desse grave episódio, Rui Costa falhou no momento-chave em que podia ter tomado as rédeas da inversão do mau momento desportivo, chamando a si a responsabilidade de garantir que ninguém está acima do emblema e seus pergaminhos.
Sem esses limites, delineados de forma clara pela estrutura, ficou uma perigosa ideia de impunidade que alastra à performance desportiva, instalando a dúvida sobre os valores pelos quais os jogadores se devem reger.
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