Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoHoje no calendário da Igreja Católica celebra-se o dia dos Santos Inocentes. Parecemos nós, cidadãos contribuintes desta república, mártires de um regime sob o jugo de uma elite cleptocrática.
Numa empresa pública na qual cada cidadão pagou mais de 300 euros, sem qualquer garantia, o Estado nomeou uma administração que passados alguns meses revela algumas divergências internas. A solução foi fácil, mas ignóbil, sem qualquer respeito pelo dinheiro que pagamos. Num conflito entre a presidente e uma vogal da administração, sai o elo mais fraco, mas com um paraquedas dourado, de meio milhão de euros.
Tudo no segredo dos deuses, mas obviamente o ministro Pedro Nuno Santos tinha de saber. Mas como nada transpirou, passados uns meses a gestora ricamente indemnizada é convidada pelo ministro que tutelava a empresa aérea a gerir outra grande entidade, com sede na mesma rua da TAP. Quis o destino que, no mesmo ano, o ministro das Finanças convidasse essa gestora, despedida 9 meses antes, para o Governo. E eis que este jornal revela o segredo e o País, mais uma vez, confirma que o rei vai nu.
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