As notícias são o elemento essencial de um projeto jornalístico livre, independente e corajoso como é o CM nas suas diversas plataformas.
O estatuto editorial do Correio da Manhã defende precisamente o valor absoluto da notícia como componente essencial da transparência democrática.
É pelas notícias, para as notícias e com as notícias que cumprimos a nobre missão de escrutinar todas as formas de poder.
A recente denúncia, feita nestas páginas, da imoral indemnização a uma governante, antiga administradora da TAP, aí está para provar como a democracia é mais forte com jornalismo de qualidade.
Numa altura em que preparamos uma reformulação gráfica, quero deixar uma garantia aos leitores que todos os dias fazem do nosso CM o jornal o mais lido do País, com uma quota de mercado acima de 60%.
A garantia é esta: continuaremos a fazer o mesmo CM livre, independente e corajoso, a pensar unicamente nos cidadãos.
Ao modernizarmos a imagem, visamos sobretudo facilitar a vida aos leitores de todas as idades e estratos sociais, de norte a sul do País, e ambicionamos trazer de volta à leitura de jornais quem, por alguma razão, perdeu este hábito salutar e essencial à cidadania.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
O anúncio de 275 novas ambulâncias soa a demagogia para apagar a negligência do Estado.
Escrutínio da despesa militar é reduzido, diz-nos o caso da Marinha.
Nos disparates de Manuel João Vieira há crítica inteligente.
A ida à segunda volta vai decidir-se em ambiente de ‘fotofinish’.
Debates evidenciaram debilidade de Melo, mas Mendes não capitalizou.
A ação dos EUA arrisca causar uma fragmentação inimaginável da sociedade venezuelana.