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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Assaltavam casas durante funerais no Algarve

Alvos dos assaltantes eram as residências dos mortos durante as cerimónias fúnebres.

16 de janeiro de 2019 às 02:38

O gang começava por consultar os obituários afixados junto às igrejas, funerárias e até na morgue dos hospitais, de onde retirava os dados sobre os falecidos, em particular, a morada e a hora dos funerais. Depois, enquanto decorriam as cerimónia fúnebres, os ladrões entravam nas casas das pessoas falecidas, furtando tudo o que encontravam de valor.

Isso mesmo foi esta terça-feira confirmado no Tribunal de Portimão, pelo sargento da GNR que coordenava a equipa que fazia o seguimento e vigilância dos suspeitos, em apoio ao Núcleo de Investigação Criminal (NIC)de Portimão, que investigava o grupo, acusado de 18 assaltos.

Dois homens, de 19 e 40 anos, estão em prisão preventiva. Uma mulher, de 40, está com vigilância eletrónica. No processo há ainda mais dois arguidos suspeitos de pertencer ao gang: uma mulher de 20 anos, e um homem de 42. Todos respondem por furto qualificado. Um outro homem, de 48 anos, está acusado de recetação.

O grupo foi desmantelado pela GNR a 23 de maio, quando os três principais arguidos assaltavam uma moradia de estrangeiros, em Benagil, Lagoa, mas, de acordo com a Acusação, o gang atuava por todo o Algarve. Os crimes ocorreram entre setembro de 2017 e maio de 2018.

Esta terça-feira, na primeira sessão de julgamento, o arguido mais jovem assumiu parte dos crimes mas negou ter participado noutros. E disse que quem liderava o grupo era o homem de 40 anos. A mulher mais velha vigiava durante os assaltos.

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