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Correio da Manhã

Portugal
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Pastor preso por atear fogo que ameaçou casas em Valpaços

Cabos elétricos que provocaram vários acidentes vão ser analisados.
Ana Silva Monteiro e João Carlos Rodrigues 18 de Setembro de 2019 às 09:05
Incêndio ameaçou várias habitações em Ervões, Valpaços
Incêndio em Valpaços
Incêndio em Valpaços
Incêndio em Valpaços
Incêndio ameaçou várias habitações em Ervões, Valpaços
Incêndio em Valpaços
Incêndio em Valpaços
Incêndio em Valpaços
Incêndio ameaçou várias habitações em Ervões, Valpaços
Incêndio em Valpaços
Incêndio em Valpaços
Incêndio em Valpaços
A PJ deteve esta terça-feira um pastor, de 31 anos, suspeito de ter ateado o incêndio que deflagrou, sábado, em Ervões, Valpaços. Segundo a Polícia Judiciária, "o foco de incêndio colocou em perigo uma vasta mancha florestal, constituída por mato, área agrícola, bem como habitações".

Em Chaves, um outro homem de 47 anos foi identificado pelas autoridades, por ter ateado um foco de incêndio em Nogueira da Montanha, nos dias 14 e 15, que consumiram dois hectares de floresta. Os suspeitos vão ser levados a um juiz para aplicação das medidas de coação.

Na Sertã, a PJ do Centro, em colaboração com a GNR, deteve outro homem, de 52 anos, por ter lançado as chamas numa área florestal próxima da zona urbana na tarde de 28 de agosto.

Em relação ao número de fogos deste ano, o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, realçou esta terça-feira que se registou "uma redução do número de ocorrências em 41%, relativamente à média dos últimos 10 anos".

No entanto, lamentou a morte de um piloto e os 30 feridos registados, sobretudo bombeiros. Quatro sofreram ferimentos graves, mas estão livres de perigo.

Cabos elétricos serão alvo de análise
A sucessão de acidentes com meios aéreos envolvidos no combate aos incêndios – quatro desde o início do ano, que provocaram a destruição das aeronaves, a morte de um piloto e ferimentos num militar da GNR – vão levar a uma análise entre o Ministério da Administração Interna, a REN e a EDP.

O objetivo é melhorar a sinalização de cabos e redes elétricos. "É agora altura de prosseguir o trabalho, em vários domínios, para proteger a floresta e de começar já a preparação para o verão futuro", disse o ministro Eduardo Cabrita.
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