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Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Acusa hospital por feto morto

Filha de Catarina Figueiredo morreu antes do parto.

01 de fevereiro de 2015 às 09:15

"Era uma bebé perfeita", recorda Catarina Figueiredo, que responsabiliza o Hospital Garcia de Orta, em Almada, pela morte da filha, antes do parto a 27 de setembro de 2014. A mulher já avançou com uma queixa contra a unidade.

"Pedi à médica para me fazer o parto, na consulta do dia 17 de setembro, mas ela disse que eu tinha de assinar um termo de responsabilidade. Esperei por nova consulta. Foi tarde demais, a minha filha Lara morreu dentro de mim", conta Catarina .

No relatório da autópsia pode ler-se que a idade da gestação era de "39 semanas" e que a bebé estava com medidas "acima do esperado para a idade, sem malformações, mas com sinais de stress fetal". "Identificam-se alterações sugestivas de morte intrauterina ocorrida 1 a 2 dias antes do parto", conclui o relatório. Fonte do gabinete de comunicação do hospital nega ter havido negligência, pois na consulta a 17 de setembro "nada indicava ser necessário fazer a indução do parto". "No dia 26, o feto já se encontrava sem vida. Nada foi previsível, nem evitável", conclui.

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