Bolsonaro admite que faltar a debates é estratégia

Candidato favorito à vitória nas presidenciais lembrou que tanto Lula como Dilma faltaram a debates e foram eleitos.
Fortemente criticado por não ter ido a nenhum dos debates televisivos entre presidenciáveis alegando problemas de saúde, Jair Bolsonaro admitiu agora que as ausências podem ser estratégia de campanha. Ele reconheceu isso num ato no Rio de Janeiro que foi à mesma hora do primeiro debate da segunda volta, na TV Bandeirantes, ao qual faltou alegando ainda não estar recuperado do atentado sofrido a 6 de setembro.

"Existe a possibilidade, sim, de não ir a debates por questão estratégica", admitiu Bolsonaro no primeiro ato de campanha a que compareceu depois do ataque à faca em que sofreu ferimentos graves no abdómen Apesar das alegações de debilidade que usou para não ir ao debate na Band, ele fez um discurso de mais de 25 minutos, sem ter mostrado cansaço ou desconforto.

Depois, através da internet, Bolsonaro complementou a resposta às críticas feitas principalmente pelo seu adversário na segunda volta, Fernando Haddad, do PT. Bolsonaro exibiu uma montagem de jornais da época e lembrou que tanto Lula da Silva, em 2006, como Dilma Rousseff, em 2010, ambos do partido de Haddad, também faltaram a debates e foram eleitos.

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