O Presidente da República deu luz verde às medidas do PS relativas à redução do IRS, à abolição de algumas portagens nas ex-scuts, ao aumento do consumo de eletricidade sujeito à taxa reduzida do IVA e ao alargamento das deduções com despesas de rendas de habitação em sede de IRS. Sem contar esta última medida, que ainda não está contabilizada, a fatura socialista ultrapassa os 730 milhões de euros, mas tudo somado deve chegar aos mil milhões. Imagino que o Presidente Marcelo estava ciente do custo que estes diplomas representam quando apontou no seu comunicado que todos eles têm que "encontrar cobertura no Orçamento do Estado para 2025, a fim de poderem ser executados". Ou seja, amarrou o destino prático destas medidas à negociação e viabilização do orçamento do próximo ano. Tendo em conta que o dinheiro não é elástico, o raciocínio do PR não me parece de todo descabido.
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