Desde que decidiu afastar-se da vida político-partidária, em 2018, Pedro Passos Coelho tem-se remetido a um auto-imposto silêncio, apenas interrompido por parcimoniosas aparições públicas de muito longe a longe e ainda mais parcas palavras. Não é, portanto, de estranhar que este voluntário afastamento suscite um intenso interesse por parte da comunicação social sempre que o ex-primeiro-ministro aparece. Foi o que aconteceu esta semana, em que Passos Coelho foi finalmente ouvido como testemunha no processo do chamado caso BES. Para lá das eternas perguntas sobre um eventual regresso à política activa – que Passos liminarmente rejeita uma e outra vez –, este raro momento constituiu uma oportunidade para revisitarmos um dos processos mais complexos e problemáticos da nossa democracia (longe de estar encerrado, do ponto de vista judicial e não só) e a forma como a intervenção daquele primeiro-ministro em concreto acabou por determinar um antes e um depois na relação do poder político com o poder económico em Portugal.
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Marcelo foi um Presidente literalmente presente.
Luís Neves pode muito bem ser a pessoa certa no lugar certo no momento certo e no governo certo.
A estratégia delineada no PTRR é inatacável.
Será uma tarefa longa, demorada, como já se percebeu.
Há quem julgue que criticar por criticar dá tecto às pessoas.
Fazemos parte de uma realidade muito mais lata e complexa.
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