"Em todas as guerras do mundo nunca houve arma mais fulminante que a mulher", explica Paulina Chiziane em ‘Ventos do Apocalipse’, um romance com 30 anos mas agora reeditado pela quarta vez, graças ao Prémio Camões, o Nobel da língua portuguesa, atribuído em 2021 pela primeira vez a uma escritora moçambicana. Eu já conhecia e era fã, por isso fiquei duplamente contente. E onde a tinha conhecido? Ora, no festival Correntes d’Escritas. Entrosámos logo. Passámos do riso ao abraço que nem Ferrari dos zero aos cem.
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Para combater as outras narrativas, o melhor ainda é recuperar uma velha narrativa.
Quando há dias o Sporting recuperou de três secos na Noruega, comovi-me.
Até a martirizada Ucrânia já vai a feiras de armamento, expor a sua indústria de drones.
Somos um país abençoadamente pacífico, desde que a ditadura acabou.
Pode haver quem diga que Luís Neves não era de esquerda, só dizia coisas sensatas.
Até Ucrânia e Rússia sabem que, para fazer negociações, têm de se sentar à mesa de negociações.
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