Robert F. Kennedy Jr. está à frente da saúde americana ou talvez atrás, ou por cima, ou esmagando o que restava de preocupações coletivas do Estado em relação a cada indivíduo – principalmente em relação aos mais pobres. Uma saúde que quer gastar cada vez menos nos que têm menos defesas económicas: eis, no fundo, a ideologia base. Ele é, afinal, um senhor capitão que faz do naufrágio uma meta. Como um capitão de barca cujo destino fosse não um local no mapa da superfície, mas o fundo do mar. Há indícios de doenças que pareciam extintas, como alguns animais, e que parecem agora ressuscitar. O barco da saúde americana está a transformar-se em submarino involuntário, submarino sem capacidade para tal. Ressuscitando doenças antigas em vez de eliminar as contemporâneas.
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As contas do meu rosário são como balas de artilharia, derrubo todos os demónios com uma única Ave-Maria.
Que sabemos nós de Leni, a cineasta de Hitler? Mulher bela, profissional exigente, personagem incrível, uma das mais perigosas mergulhadoras do século XX.
E sim, é senhor matreiro, o malandro - mas nada nele é maldoso. E isso está tão evidente nas personagens de Mário Zambujal.
Lobo Antunes, entre vários outros caminhos, conseguiu captar muitas características da sociedade portuguesa.
Imagino uma revolução que quer impedir o inverno. Tomam a Bastilha, o palácio, o parlamento, atiram abaixo a coroa do rei ou a pose do presidente e proclamam o fim do inverno.
É como se não bastasse que o humano fosse consumidor – precisa de ser consumidor e belo.
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