A corrupção em Portugal está em roda livre. O Presidente do Mecanismo Nacional Anticorrupção (agência pública para coordenar a prevenção e combate ao fenómeno) diz que não tem meios, nem sequer para constituir o seu gabinete, ao fim de mais de dois anos de mandato. Patético! A actual Ministra da Justiça, por sua vez, ao fim de oito meses no governo, anuncia agora que vai criar um grupo de trabalho para estudar o assunto. Parece que não conhece bem a matéria, o que é estranho, uma vez que fez a sua carreira na Sociedade de Advogados do seu pai (Júdice), especializada em defender corruptos como João Rendeiro ou Pereira Cristóvão. Entretanto, o Presidente Marcelo, amigo da vida de um dos maiores corruptos do país, Salgado, vem pedir um “sobressalto de cidadania” contra a corrupção, quando ele próprio está chamuscado com o caso da “cunha das gémeas”, envolvendo a sua própria família. Neste contexto absurdo, anúncios de combate à corrupção são colossal hipocrisia.
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