A Galp é um estado dentro do estado. Tem plenos poderes no país, sem respeito por ninguém. Anunciou o encerramento da refinaria de Matosinhos e o despedimento dos trabalhadores em vésperas do Natal. E até mesmo quando António Costa se insurgiu com esta atitude, os administradores da Galp fizeram orelhas moucas. Como se explica esta arrogância, este poder absoluto da Galp? Com a sua estratégia de contratação de políticos, a Galp é a empresa campeã na utilização de portas giratórias entre política e negócios.
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