A invasão ilegal da Ucrânia pela Rússia marcou o regresso da guerra convencional de alta intensidade à Europa e tornou rotineiras as ameaças híbridas e cibernéticas. Ao mesmo tempo, o Atlântico está a ganhar centralidade estratégica, pelas linhas de comunicação marítima, pelos cabos submarinos e pelas novas armas russas. Porém, as referências estratégicas de Portugal, essenciais à defesa do mar português, permanecem inalteradas há mais de uma década.
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