Em determinada altura, a minha sobrinha Maria Luísa decidiu que era tempo de corrigir a caligrafia. A eleitora esquerdista da família teve a sorte de viver em Braga onde, em discretas papelarias que sobreviviam em ruas de lajes e empedrado, ainda encontrou uma meia-dúzia daqueles vetustos cadernos “de linha estreita” para treinar e arredondar a sua caligrafia. O resultado foi satisfatório.
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A loiça mantém-se, mas o tom cerimonioso desapareceu.
Contra todas as evidências, o mundo continua a interessar-me.
Tanto produzia catástrofes como pantomineiros.
A lareira só se acende nas vésperas do Natal.
Com um humor finíssimo e sem amargura.
Extasiou-se com as notícias do roubo das jóias de Eugénia de Montijo em plena luz do dia parisiense.
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