A jovem Isabelle, bióloga holandesa e esposa do meu sobrinho Pedro, diz que nas praias portuguesas há mais tatuagens do que nas praças ocupadas por antigos ‘hippies’ de Amesterdão. Não sei onde foi ela buscar essa ideia, mas a verdade é que as únicas praias que frequento – algumas vezes por ano – são a de Moledo, no Verão, e as de Âncora e Caminha quando me levam de passeio, e não fiz um estudo sobre o assunto. Hoje em dia, as universidades fazem estudos sobre quase tudo: dos ingredientes do ‘cocido’ galego às minudências e segredos da filosofia grega (menos), e calculo que existam vastas monografias consagradas ao uso de tatuagens, especialmente destinadas aos cursos de criminologia e de Medicina Legal.
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