Dona Elaine, a imperturbável governanta deste eremitério de Moledo, continua a achar que atravessar o rio Minho para entrar na Galiza é uma ida ao estrangeiro e lamenta que, do lado de lá, já não exista um posto de fronteira com carabineiros de bigode e tricórnio a acenar junto da cancela. Por isso, o seu patriotismo cerveirense (ela nasceu em Reboreda, nas encostas de Vila Nova de Cerveira) fica ligeiramente abalado sempre que, na televisão, vê o treinador espanhol da selecção portuguesa. Para a antiga emigrante do Rio de Janeiro, onde viveu quarenta anos, "o espanhol ainda nos prega uma partida".
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