Em tempos, a minha sobrinha Maria Luísa ficou ligeiramente transtornada porque o personagem Mr. Heathcliff, de ‘O Monte dos Vendavais’, maltrata um jovenzinho. Pensei então que a eleitora esquerdista da família desconfiava do carácter de Emily Brontë ou lhe atribuía propósitos pouco nobres. Não: Maria Luísa, que, como todos nós, aprendeu a gostar de Mr. Heathcliff, não suportava a ideia de uma maldade no seu coração, ou de uma atitude criticável no seu comportamento, ou de uma distracção no seu espírito de "vítima das condições sociais".
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Por sermos leais ao passado, não há escolha quando se trata de boa educação.
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