Em Moledo, o calor do Verão – mesmo quando se torna insuportável – desaparece ao fim do dia para lembrar que existe uma certa normalidade das coisas. A minha sobrinha Maria Luísa repete nessa altura o refrão que representa um dos elementos de identidade dos veraneantes do Norte: "Está na altura de pôr uma malhinha." Ora, "uma malhinha", para esclarecer os meus benevolentes leitores de outras geografias, significa que há uma modesta aragem de civilização que nos afasta dos trópicos e nos ajuda a distinguir, mesmo no meio da canícula do Alto Minho, a frescura nebulosa das manhãs e o esplendor do meio-dia, o calor (moderado) das tardes e a passagem da aragem crepuscular.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Não gostava do Generalíssimo como não gostava do dr. Salazar, o que várias vezes se apresentou ser um problema para a família
A olhar o nevoeiro entre as agulhas dos pinhais.
A mesma Pátria chorosa volta a não ler o escritor tão amado que durante dois dias foi o mais folheado dos seres humanos
Aguardam que o Professor Marcelo regresse ao “comentário político” enquanto o Dr. Seguro arruma o Palácio de Belém.
No século da inteligência artificial sou um sobrevivente do tempo em que ainda duvidávamos da inteligência humana
O Tio Alberto gostava de café “con unas gotitas” e tomava-o nessas peregrinações plebeias pela Galiza.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos