Se me dão licença, hoje venho de bica cheia e temo até que a bica extravase. Trago boas notícias que vos ofereço tal qual as encontrei num site científico, que saúda 2023 como um ano que parece já ser magnifico para as descobertas científicas. Vejam a lista: grandes avanços na computação quântica; criação de um robot que limpa vasos sanguíneos; progresso nas vacinas mRNA contra o cancro; sinais encorajadores de terapia genética para o combate à doença de Alzheimer; possibilidade de tradução da actividade cerebral em palavras escritas pela Inteligência Artificial; resultados positivos para uma vacina contra o RSV, vírus respiratório responsável pela morte de crianças com menos de um ano.
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O fim da bica curta é um novo começo.
Os cães da guerra estiveram, como nunca, à solta na Ucrânia.
Os idiotas úteis que se recusam ver o expansionismo de Putin, um dia até a Trump terão de agradecer.
Charlot converte fome e sobrevivência em dança e sonho: um princípio de vida, pois claro.
Há até árabes israelitas que defendem a ocupação de Gaza como única forma de libertar os palestinos do Hamas.
Por maior que seja a certeza de que poesia e política não são espelhos, assistir às contradições de HH, contrastar a sublime grandeza poética com a pequena miséria subserviente, gela quem se queira agarrar ao mito.
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