Não é verdade que Eduardo Lourenço (1923-2020), que eu recordarei sempre a sorrir, seja o mais influente pensador português de hoje. Para isso era necessário que tivéssemos aprendido coisas mais substanciais do que escreveu como um historiador – da literatura, primeiro, como espelho das nossas imperfeitas contradições; do ‘destino português’, depois, onde ele viu os nossos deslizes, obsessões e derrotas; finalmente, de tudo um pouco porque, tirando dois ou três títulos, Lourenço não criou um ‘edifício teórico’, um colosso filosófico, mas um observatório de onde, com a sua intuição, nos via cometer os mesmos erros de sempre.
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