Mau feitio reincidente e notório, baixinho, arrivista e com demasiado pendor para o pugilato (bem como para o machismo), estrela da política, hipersexual desastroso (tem um livro intitulado ‘Prisioneiro do Sexo’, que as feministas odeiam) e adúltero contumaz (seis casamentos, um deles encerrado com uma tentativa de assassinato), Nachem Malech Mailer, aliás, Norman Mailer (1923-2007) nasceu há cem anos.
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Só isso explica que, no Parlamento Europeu, se tenham abstido ou chumbado um protesto contra a violência sobre civis iranianos.
Nos delírios das ‘ciências woke’, os factos são um empecilho a ultrapassar para dar voz aos delírios. Pobre Shakespeare, seja ele quem tenha sido na sua grandeza.
Como diria Chico Buarque, “a coisa aqui está preta” – no cérebro brasileiro.
Que pena as nossas escolas serem surdas – a Mozart e ao transcendente que ele nos dá a respirar, como uma tentação de eternidade, sentido de humor e talento puro. Nem é preciso explicar.
Com Trump, o optimismo é ingénuo. O bully parece imparável - até que o que o param.
"Ventura não quer ser Presidente, mas alimentar uma dinâmica que o leve a São BentoVentura não quer ser Presidente, mas alimentar uma dinâmica que o leve a São Bento".
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