Prometi várias vezes não voltar ao assunto, mas desde 1954 que os estados árabes recusaram um estado palestiniano. Em vez disso, atacaram Israel nesse ano (quando a ONU determinou dois estados), em 1966 e em 1973. Foram sempre derrotados e, a cada derrota, a maior repressão a que os habitantes de Gaza e da Cisjordânia foram submetidos não teve origem em Israel mas nos países vizinhos, que mantiveram, até à década de 70, uma política de não reconhecimento do estado de Israel nem de, em simultâneo, um estado palestiniano. Acontece que é fundamental haver dois estados que tratem dos seus negócios, das suas vidas — e de onde os terroristas, apoiados ou não pelo Irão, sejam banidos. Devia ter sido esse o caminho depois de 1954 e de 1993 (acordos de Oslo). Reconhecer à pressa um estado palestiniano (qual?, em Gaza ou em Ramallah?) depois do 7 de outubro é premiar o Hamas; reconhecê-lo para minorar o sofrimento do povo palestiniano sem acautelar a saída dos terroristas do Hamas é manter tudo na mesma e agravar a situação.
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