Antes de James Dean (1931-1955), os filhos preparavam-se para vestir como os pais, com ligeiras variações: mas, tirando o penteado, o seu estilo foi o mais duradouro das décadas seguintes, apesar de termos apenas três filmes seus (a estreia em tv foi num anúncio dançante da Pepsi, com outros rapazes engravatados), começando logo com ‘A Leste do Paraíso’ (romance de John Steinbeck), de Elia Kazan, que aceitou a escolha de um ator secundário de televisão e de uma ou duas peças de teatro. O que fascinou Kazan, como depois Nicholas Ray, que o escolheu para contracenar com Natalie Wood em ‘Fúria de Viver’, foi o ar entristecido de jovem abandonado, a que era preciso juntar os tons da insubmissão ou da rebeldia; no final da rodagem do terceiro filme, ‘O Gigante’ (com Elizabeth Taylor e Rock Hudson), quando Dean era já o ícone da ‘juventude inquieta’ (tal como Marlon Brando), teve o fatal acidente de carro que eternizou aquela vida incompleta – como a de um fantasma de beleza e de vertigem. Passam hoje 70 anos sobre a sua morte.
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