A China apresentou o seu novo comboio que pode circular até 700 kms/h sem tocar nos carris, em levitação. A ligação entre a Grande Área da Baía (Macau, Hong Kong, Zhuhai, o seu projeto mais arrojado) até Xangai e Pequim vai ser encurtada em várias horas. A nossa linha da Beira Alta reabrirá na próxima semana depois de três anos e meio de obras. Era a velha linha que eu tomava entre Lisboa e Vila Franca das Naves para seguir para o Douro de camioneta (hoje, em linguagem paspalha, ‘metrobus’). Desde as viagens do tempo de ‘Os Maias’ até hoje e ao encerramento infeliz das linhas do interior, nos anos 80, o mapa ferroviário pouco mudou, para não falar das carruagens degradadas das linhas do Sabor, Tua, Corgo e Tâmega, linhas e estações fechadas e inúteis – ou da velharia que vai do Porto a Valença. Nasceu um país de asfalto e camionagem, e o fim das ligações a Paris e a Madrid. Do alto das montanhas, depois do socratismo, passámos a contemplar, como basbaques, uma rede de viadutos, armazéns e caminhos de betão.
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