Enquanto em França as ruas ardem, entusiasmadas por um movimento chamado ‘Bloqueemos tudo” (naquele país, tal como em Espanha, não cabe nem mais um pelotão de tolos) a Rússia enviou ontem de noite uma chuva de drones altamente sofisticados sobre a Polónia. Primeiro, declarando que não sabia de nada ou que os drones eram ucranianos; finalmente, aceitando a evidência e informando que a sua missão (qualquer que ela seja) tinha sido cumprida. Evidentemente que o debate mais escutado ao longo do dia, no cómico espaço público lusitano, foi o de se saber se “a Europa” devia responder com “dureza” ou se esperava para ver – e se a UE não estava a exagerar. Acontece que a Polónia é já ali e o mínimo que podemos fazer, sentados, é ler um pouco de história ou verificar mapas. De resto, um aviso: vai discutir-se o serviço militar obrigatório. E também um plano de emergência hospitalar a médio prazo, reservas energéticas e alimentares, ou segurança das redes informáticas. Estas são coisas tão inevitáveis como irremediáveis.
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