Carlos Anjos
Presidente da Comissão de Proteção de Vítimas de CrimesQuatro ilustres juristas portugueses, enviaram uma carta à Provedoria de Justiça, onde pediam o fim das averiguações preventivas (AP), considerando-as inconstitucionais, argumentando ainda que as mesmas geram alarme social. Solicitavam por isso à Provedoria que pedisse ao Tribunal Constitucional, a análise e consequente declaração de inconstitucionalidade. Argumentavam que este tipo de averiguações, como a que foi feita à Spinumviva (o exemplo foi dos quadros advogados), violam os direitos dos cidadãos, sendo que este tipo de procedimento não está previsto na lei, sendo por isso um “mecanismo perverso”.
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Margem de recrutamento diminuiu devido aos baixos salários.
Intervenções são indispensáveis para garantir a segurança.
Talvez devido ao facto de meio País estar debaixo de água, não existem notícias de outras tragédias.
Tiveram uma postura digna de quem serve aquela instituição.
Se o alerta era máximo, o responsável máximo da ANEPC tinha de cá estar.
A prevenção começa em cada um de nós.
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