Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoA margem do Orçamento do Estado (OE) apresentado pelo governo era muito estreita para conseguir o objetivo de um ligeiro excedente orçamental em 2026, mas depois de aprovado o documento, o caminho ficou ainda mais estreito. E no parlamento assistimos a uma curiosa aliança entre PS e Chega, que fintaram as contas do governo. Não deixa de ser estranha a barganha entre socialistas e o partido de Ventura. Congelaram propinas e aprovaram isenções de portagens à la carte. As populações beneficiadas têm motivos para agradecer, mas em vez de serem apenas os condutores que lá passam a pagar esse custo, serão agora todos os contribuintes a financiar essa borla. Segundo as contas do governo, o negócio entre os dois maiores partidos da oposição terá um custo de 100 milhões de euros.
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