A escola, durante a ditadura, não era neutra: era um instrumento de controlo. Vigiada, censurada, moldada para servir o regime, entrava na vida dos alunos até pela linguagem. Palavras como “liberdade”, “classe social” ou “protesto” eram apagadas dos cadernos, como se apagar palavras fosse suficiente para apagar ideias.
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Exige-se mais à escola, mas investe-se menos nela.
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Ensinar exige preparação, responsabilidade e rigor — não atalhos.
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