Paulo Santos
Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da PolíciaA grande concentração organizada pela Comissão Coordenadora Permanente a 16 de abril, frente à residência do Primeiro-Ministro, não foi apenas um protesto contra o corte de pensões; foi um grito de alerta. Quando profissionais da PSP, GNR, Guarda Prisional, Polícia Marítima e ASAE se unem, fazem-no pela dignidade de quem dedica a vida a proteger a dos outros. O cenário é grave: uma "machadada" nos direitos de quem enfrenta riscos e uma disponibilidade permanente que o cidadão comum raramente vislumbra.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
O alheamento de hoje será a fatura pesada de amanhã.
A segurança pública, pilar do Estado e da Democracia, não pode ficar refém de poupanças cegas.
Postura de "pau para toda a obra" pode resolver carências imediatas, mas sacrifica a especialização necessária.
A vontade individual de um Ministro é insuficiente sem investimento real e respaldo político do Governo.
Anunciado corte nas pensões continua a gerar profunda preocupação.
Garantir que os direitos conquistados sejam a base sobre a qual se constrói o futuro da instituição.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos