Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoA intervenção no Banif e a venda com prejuízo para os contribuintes, que poderá ascender a qualquer coisa como 3,7 mil milhões de euros, mais de mil euros por cada família portuguesa, são sinais de que Portugal é um Estado-membro da União Europeia que já não é soberano, mas súbdito cumpridor de instituições que dependem de outros poderes.
Ainda há cidadãos europeus que mandam nesses diretórios: os franceses e os alemães. Haverá outros que são ouvidos. Mas os cidadãos dos países periféricos já pouco decidem, além de escolherem os seus autarcas, na freguesia, no município ou na República. Sabe-se que havia propostas mais baratas para salvar o Banif. A administração do banco alienado garante que, com a injeção de 350 milhões, tinha-se evitado este desfecho. Mas Bruxelas não deixou. E tivemos um ministro português a dizer que preferia a integração na Caixa Geral de Depósitos à venda ao Santander, mas Bruxelas não deixava. Imaginam um ministro alemão ou francês a dizer isso aos seus cidadãos?
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