Os doentes urgentes enfrentavam ontem uma espera média de 16 horas no atendimento do Hospital de Santa Maria. Num SNS que funcionasse com regras ditadas por uma espécie de pureza originária em relação ao serviço público, sem necessitar de criar alçapões para cumprir o seu papel, isso já seria muito mau. Mas num SNS que, sendo uma das maiores criações em 50 anos de democracia, está enxameado por esquemas de gestão próprios de uma chafarica de bugigangas, uma espera de 16 horas é um atropelo a direitos elementares. É uma falta de respeito pelos doentes. Um SNS que paga a médicos tarefeiros quatro ou cinco vezes mais do que aos seus próprios profissionais, e que a isso acresce um ‘prémio de produtividade’ por alta concedida, está obrigado a evitar esperas que se aproximam da tortura, portanto mais da morte do que da vida.
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