Num País em guerra com a floresta, desordenada e descuidada, mais preocupado em apagar as chamas que em apagar os riscos, causa estranheza que as Forças Armadas não desempenhem um papel mais ativo e musculado na ajuda aos soldados da paz, que não podem estar em todo o lado. É impossível, tal a dimensão e fúria dos incêndios a que temos assistido. Mais do que operações de prevenção e vigilância na deteção de fogos; mais do que pôr duas ou três aeronaves a fazer descargas; mais do que quatro ou cinco máquinas de rasto a abrirem caminho, era fundamental que os homens e mulheres que servem nos três ramos da Defesa assumissem o papel de verdadeiros anjos da guarda nestes dias de inferno, apoiando os bombeiros e a GNR, pegando nas mangueiras, acudindo às populações abandonadas e desesperadas, retirando-as para lugar seguro quando em risco.
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É verdade que o Presidente dos EUA diz muitas coisas, mas que ninguém tenha dúvidas: o diabo está à solta.
É preciso mudar a página das trincheiras improdutivas e do discurso centrado numa vazia superioridade moral.
Isto não é um conto surrealista, é o que está a acontecer perto de Leiria.
Os líderes europeus não conseguem proteger-nos dos efeitos desta guerra.
Trump está a ser uma desgraça para o Mundo.
Seguro afastará cenários de conflito e puxará pela coesão, evitando a tendência dos miniciclos.
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