Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoO facto político do ano é a consolidação da geringonça. António Costa governa e nos momentos decisivos sabe que pode contar com o Bloco e o Partido Comunista. Por vezes, o apoio deve custar alguns sapos a militantes mais fiéis à doutrina.
E ontem no Parlamento português aconteceu um episódio revelador da contradição que a teia do poder tece. 99 anos depois da revolução bolchevique na Rússia, dois partidos herdeiros desse movimento votaram a favor da manutenção de salários milionários na administração do banco público.
Leninistas, estalinistas e trotskistas a defender o ganha-pão de banqueiros pode ser estranho. Mas é tudo em nome do poder.
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