Patrícia de Carvalho
Deputada do ChegaHá três coisas certas nesta vida: a morte, o pagamento de impostos e a rapidez com que André Ventura é julgado. Cerca de um mês depois de os outdoors de André Ventura terem gerado polémica e várias associações de ciganos terem recorrido à justiça para travar a liberdade política e de expressão de um candidato presidencial, Ventura já tem o julgamento marcado. Ainda dizem que a justiça é lenta. Bom, a verdade é que a rapidez só se aplica quando o acusado é Ventura, porque, de resto, os atrasos são já o nome do meio do sistema judicial português. Vejam o caso de José Sócrates: detido há 11 anos e o julgamento ainda mal começou. Mas André Ventura ter um outdoor que diz que os ciganos têm de trabalhar é um drama e os tribunais aceleram o seu julgamento que, coincidência das coincidências, está marcado para o dia e hora em que no Parlamento se estará a fazer a discussão final do Orçamento do Estado. Ele há coisas do diabo! O que será que se segue? Prisão? Uma coisa é certa: só há uma entidade que pode julgar Ventura com total imparcialidade, sem pressões estatais ou partidárias e essa entidade é o povo. O resto? Bom, o resto é só o sistema a proteger-se.
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