Esta semana, uma universidade foi condenada por baixar o salário de um bolseiro integrado pelo PREVPAP. O caso é duplamente excecional, quer porque contraria a impunidade laboral dada às universidades, quer pelo reduzido número de investigadores integrados pelo PREVPAP. Mas a questão mais vasta é o trade off instituído, em que a estabilidade laboral corresponde a um corte salarial.
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