Não admitindo penas perpétuas, em homenagem à dignidade humana, Portugal arrisca-se a entrar no clube dos países com processos-crimes intermináveis. Aos onze anos (à parte averiguações prévias), a “operação Marquês” está a abandonar a infância, ou seja, as fases preliminares de inquérito e instrução, sem fim à vista. Falta um julgamento complexo e moroso, a que se seguirão os inevitáveis recursos.
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Seria expectável que a liderança da principal polícia de investigação fosse tratada como prioridade absoluta.
Como promover a democracia sem prática democrática?
Marcelo é o primeiro PR em que o pós-mandato vai definir a sua imagem.
Os preços vão aumentar ainda mais se o conflito continuar.
A Polícia tem de ser parte da solução e não do problema!
Percebe-se o desconforto de quem lidera.
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