Havia a possibilidade de uma tristeza muito profunda se espalhar pelos corredores do velho casarão de família, em Ponte de Lima, quando o velho doutor Homem, meu pai, se sentava a escutar a suíte para violoncelo n.º1, de Bach. Recordo o seu som como um passeio pela eternidade, embora os meus benevolentes leitores não queiram saber disso na altura em que se aproxima o Natal. Mas as coisas são como são, e no Verão a família assistia com certa alegria à cerimónia de ouvir Bach executado vezes sem fim no velho gira-discos Philips, pelo menos até ao momento em que a doçura do crepúsculo encontrava a primeira estrela da tarde e o sorriso tranquilo do velho doutor Homem, meu pai.
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