O caso de Cabrita é o do Sapo. Na fábula de Esopo, o anfíbio encheu-se de invídia e altivez, quis ser o Dono do Mundo, insuflando-se até estourar. Não fiquem admirados, portanto, de ver o Cabrita-Sapo a dizer que ele próprio é a vítima da situação do ucraniano espancado até à morte sob a sua responsabilidade política. Há muito que este ministro vem ganhando pança e perdendo tino. Só para falar dos casos mais recentes, recorde-se o grave sumiço de autoridade relativamente às polícias, o caso das golas inflamáveis e o violento despejo do prédio em Arroios. Tudo tortura à democracia e aos direitos humanos em plena luz do dia como se de um batráquio inimputável se tratasse.
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