Atravessamos a maior crise climatérica da história recente do planeta, onde o dedo humano acelera a tragédia. Mas falta-nos tempo para o Tempo. É o extremo paradoxo: no momento da evolução da Terra em que a nossa responsabilidade pelas alterações climáticas é mais cristalina, prescindimos do relato meteorológico de rosto humano, tornando-o um apêndice murcho do grande fluxo informativo na TV.
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