Q uando concorreu à presidência do FC Porto, Villas-Boas sabia que tinha pela frente uma missão hercúlea para recuperar financeiramente o clube. E apesar das dificuldades que o esperavam, recusou baixar a expectativa no que toca aos resultados desportivos, o que é legítimo e até compreensível face à exigente massa adepta portista. Só que, entretanto, a aposta em Vítor Bruno fracassou e o homem escolhido para lhe suceder no banco veio, mesmo que involuntariamente, acabar com o benefício da dúvida de que gozava o presidente portista. O FC Porto estava a quatro pontos da liderança da Liga quando despediu Vítor Bruno. Três rondas depois, a distância aumentou para oito. Se o novo técnico só é responsável pela perda de dois desses quatro pontos (os outros dois foram com o interino José Tavares), o ‘roast’ à SAD na abordagem ao mercado foi um ato exclusivo do argentino. Dizer que não foram encontradas soluções à altura do FC Porto para substituir um jogador vendido é passar um atestado de incompetência à equipa liderada por Villas-Boas. Se Anselmi não registar bons resultados rápida e repetidamente, a capacidade do presidente (quanto ao acerto das escolhas que faz) será posta em causa.
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